Plástico vira Papel

Plastico vira Papel

Vitopaper: papel feito a partir de plástico recilado

Mais… veja link abaixo.

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/tecnologias-verdes/plastico-reciclado-vira-papel-30072009-20.shl

Add comment 2 02UTC August 02UTC 2009

Play Rethink – jogo estimula design sustentável

Trata-se de um jogo de tabuleiro criado pela designer e consultora em design sustentável do idds Europa, Lili de Larratea. O jogo é dedicado a designers e pessoas que querem desenvolver soluções sustentáveis por meio da criatividade inerente a qualquer ser humano. O jogo atua como uma ferramenta facilitadora de inovação sustentável e entendimento do uso de ferramentas e estratégias em design sustentável. A RETHINK GAMES Ltd. foi fundada em 2007 para promover design sustentável na educação e em setores corporativos. A RETHINK GAMES colabora com o idds na criação de projetos, workshops e exibições na Europa e no Brasil.

Para mais informações você pode também acessar o site oficial do jogo: http://www.playrethink.com

Add comment 2 02UTC July 02UTC 2009

Black Pixel – Apague um quadradinho no seu computador e ajude a economizar energia

Saiba como funciona..

Add comment 17 17UTC June 17UTC 2009

MARCHA MUNDIAL PELA PAZ – WORLDMARCH.ORG

A Marcha Mundial começará na Nova Zelândia, no dia 2 de outubro de 2009, aniversário do nascimento de Gandhi e declarado pelas Nações Unidas como “Dia Internacional da Não-Violência”. Terminará na Cordilheira dos Andes, em Punta de Vacas, aos pés do Monte Aconcágua em 2 de janeiro de 2010. Durante esses 90 dias, passará por mais de 90 países e 100 cidades, nos cinco continentes. Cobrirá uma distância de 160.000 km por terra. Alguns trechos serão percorridos por mar e por ar. Passará por todos os climas e estações, desde o verão tórrido de zonas tropicais e o deserto, até o inverno siberiano. As etapas mais longas serão a americana e a asiática, ambas de quase um mês. Uma equipe base permanente de cem pessoas de distintas nacionalidades fará o percurso completo.

Por quê?

Porque a fome no mundo pode ser resolvida com 10% do que se gasta em armamento. Podemos imaginar como seria, se 30 ou 50% fossem destinados para melhorar a vida das pessoas, em vez de serem aplicados em destruição? Porque eliminar as guerras e a violência significa sair definitivamente da pré-história humana e dar um passo gigante no caminho evolutivo de nossa espécie.

Porque nos acompanha nessa inspiração a força das vozes de tantas gerações anteriores que sofreram as conseqüências das guerras e cujo eco continua se escutando hoje em todos os lugares onde continuam deixando seu fúnebre rastro de mortos, desaparecidos, inválidos, refugiados e deslocados.

Porque um “mundo sem guerras” é uma proposta que abre o futuro e deseja se concretizar em cada canto do planeta, onde o diálogo vá substituindo a violência.

É chegado o momento de fazer ouvir a voz dos sem-voz! Milhões de seres humanos pedem por necessidade que se acabe com as guerras e a violência.

Podemos conseguir isso, unindo todas as forças do pacifismo e da não-violência ativa do mundo.

Quando?

Começará na Nova Zelândia, no dia 2 de outubro de 2009, aniversário do nascimento de Gandhi e declarado pelas Nações Unidas como “Dia Internacional da Não-Violência”. Terminará na Cordilheira dos Andes (Punta de Vacas, Aconcágua, Argentina), em 2 de janeiro de 2010.

Durará 90 dias, três longos meses de viagem. Passará por todos os climas e estações, desde o verão tórrido de zonas tropicais e desertos, até o inverno siberiano.

Quem participa?

A marcha é uma iniciativa do Mundo sem Guerras, uma organização internacional impulsionada pelo Movimento Humanista, que trabalha há 15 anos no campo do pacifismo e da não-violência.

No entanto, a Marcha Mundial será construída por todos. Está aberta à participação de toda pessoa, organização, coletivo, grupo, partido político, empresa, etc., que compartilhe a sensibilidade deste projeto. Portanto, não se trata de algo fechado, e sim de um percurso que irá se enriquecendo graças às atividades que se coloquem em marcha conforme as diversas iniciativas.

Por isso, convidamos para a participação ativa: que cada um contribua com sua criatividade, à medida que a Marcha passe por cada lugar, em uma convergência de múltiplas atividades com capacidade para tudo aquilo que a imaginação seja capaz de conceber.

Os canais de participação são múltiplos, destacando a participação virtual na MM, através da Internet.

É uma marcha das pessoas e para as pessoas, que pretende chegar à maioria da população mundial. Por isso, convocam-se todos os meios de comunicação para que difundam esta volta ao mundo pela Paz e pela Não-Violência.

O que será feito?
Em sua passagem pelas cidades, serão realizados todos os tipos de fóruns, encontros, festivais, conferências e eventos (esportivos, culturais, sociais, musicais, artísticos, educativos, etc.) que irão sendo organizados à medida que surjam iniciativas em cada lugar.

No momento, já contamos com centenas de projetos que pessoas e organizações colocaram em marcha.

Para quê?
Para denunciar a perigosa situação mundial que está nos levando à guerra com armamento nuclear – um beco sem saída e a maior catástrofe humana da história.

Para dar voz à maioria dos cidadãos do mundo que não estão a favor das guerras nem da corrida armamentista. Todos nós sofremos as conseqüências da manipulação de uns poucos, porque não nos unimos para dar um sinal. É chegada a hora de que cada um demonstre sua postura, seu rechaço. Une teu sinal ao de muitos outros e tua voz terá que ser escutada!

Para conseguir: a eliminação das armas nucleares em nível mundial; a retirada imediata das tropas invasoras dos territórios ocupados; a redução progressiva e proporcional de armamentos convencionais; a assinatura de tratados de não-agressão entre países; e a renúncia dos governos a utilizar a guerra como meio para resolver conflitos.

Para evidenciar outras diversas formas de violência (econômica, racial, sexual, religiosa), escondidas ou disfarçadas pelos que as provocam e para proporcionar àqueles que a sofrem uma maneira de se fazer escutar.

Para, da mesma maneira que aconteceu com a ecologia, criar uma consciência global da necessidade de uma verdadeira Paz e de repúdio a todo tipo de violência.

SITE OFICIAL: http://www.theworldmarch.org

Add comment 27 27UTC May 27UTC 2009

Carro movido a ar comprimido. Já é realidade.

Add comment 11 11UTC May 11UTC 2009

E se encolhessem a sua casa?

entendeu agora?

Add comment 2 02UTC May 02UTC 2009

A CASA entrevista Fábio Souza (idds) sobre Design Sustentável

“O design sustentável não trabalha apenas a forma, trabalha principalmente questões culturais e de comportamento”

Fábio Souza é idealizador e diretor executivo do instituto de design para desenvolvimento sustentável (idds).

O que é design sustentável?

Design sustentável, é um conjunto de ferramentas, conceitos e estratégias que vão gerar benefícios ou melhorias nos âmbitos dos 3 pilares da sustentabilidade: econômico, social e ambiental. No entanto, quando a gente fala de design sustentável, a gente pensa em um âmbito muito mais macro. Ou seja, não pensa apenas em desenvolver um produto de menor impacto ambiental trabalhando apenas os processos de fabricação, os materiais, procurando utilizar materiais reciclados ou provenientes de fonte renovável. Isto é, não trabalha apenas a forma, trabalha principalmente questões culturais e de comportamento para saber como otimizar o beneficio daquele produto. Trata-se de mudar a questão cultural e de uso daquele produto ou serviço.

No mundo de hoje, em que a população ultrapassa 6 bilhões de pessoas, como a conciliar melhorias sociais, o que necessariamente vai levar ao consumo de mais recursos naturais, com preservação ambiental?

Uma das coisas que a gente fala muito em Design Sustentável, é que ele tende a inverter a polaridade do impacto. Então algo que tem hoje um impacto muito negativo pode efetivamente causar a mesma proporção do impacto, mas para positivo. No caso da super população, podemos pensar o seguinte: quando você come, o que você está fazendo? A comida é um combustível para você usar como energia, que é necessária para você chegar ate aqui. Então todo ser humano é uma mini usina de energia para ele mesmo. A gente pode falar assim: “já que eu tenho uma super população, vou usar cada um como uma usina de energia”. É possível fazer isso e isso está ocorrendo em algumas universidades. Existem alguns projetos conceituais como uma calçada em que as pessoas vão andando e vão gerando energia. Aquele tênis de criança em que quando ela pisa acende a luzinha vem desse conceito. Todos os produtos que hoje são à base de energia elétrica ou de outras fontes podem ser feitos com energia dinâmica. Outro exemplo de uso de energia humana é aquele relógio em que você vai andando, vai balançando, e vai gerando a própria energia. Dentro desse conceito existem já academias, danceterias. É um negócio super legal. Toda vez que o design sustentável olha para uma atividade ou um problema, ele tende a pegar esse problema e inverter a polaridade. Por mais que o impacto inicial seja massivo negativamente, o design sustentável tem a capacidade de inverter a polaridade disso e causar um impacto massivo positivamente.

De que modo o mundo virtual da internet pode contribuir no sentido da criação de um planeta mais sustentável?

Sabemos que a desmaterialização é uma das estratégias mais eficazes de design sustentável para um planeta mais sustentável. O resultado disso, é que haverá uma mudança comportamental nos consumidores. Usuários não vão se apegar tanto ao material/produto, mas sim ao benefício do mesmo, o que chamo de “conceito de benefício” ou o início da “espiritualização do design”. Outras conseqüências são a menor quantidade de extração de matéria–prima para produção e conseqüentemente menos descarte de resíduos. Empresas poderão aplicar uma série de estratégias para tornar seu cliente mais fiel a marca e principalmente não haverá mais desperdícios ao longo do ciclo de vida dos produtos, já que serão utilizados apenas no momento necessário, podendo ser compartilhados, ranqueados e debatidos em tempo real por usuários de países diferentes. Sendo compartilhados e utilizados apenas nos momentos necessários, até mesmo os melhores produtos (que teoricamente seriam mais caros) poderão ser mais acessíveis. Essa é a verdadeira democratização do design. Haverá também uma busca pela melhor qualidade dos produtos oferecidos, pois o poder de escolha e veto estará mais nas mãos dos consumidores. Essas possibilidades certamente fazem por si só, a virtualização/digitalização, uma das importantes ferramentas de um futuro menos ambientalmente impactante, com novas possibilidades mercadológicas e de inovação, e de uma sociedade mais interativa, coletiva, cooperativa e democrática, tão importantes para uma ambiente mais sustentável.

Leia entrevista na íntegra

Add comment 29 29UTC April 29UTC 2009

Workshop Play Rethink com Lili de Larratea – UFRJ

Confirmado o Workshop com a designer criadora do jogo Play Rethink, Lili de Larratea, na UFRJ. Será realizado nesta sexta feira, dia 24/04 no prédio da Reitoria no Fundão, Escola de Belas Artes e Design, sala 614. Participação gratuita. Veja as infos para inscrição abaixo. Em São Paulo o evento aconteceu na CASA Museu do Objeto Brasileiro e contou com a presença de 50 participantes, incluindo designers, jornalistas, artistas, arquitetos etc.

Inscrições no Rio de Janeiro:  labdis.ufrj@gmail.com

sexta-feira, 24 abril, 9h – 12h

Local: Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ

Av. Pedro Calmon, s/n, Prédio da Reitoria
6o andar, sala 614 – Cidade Universitária
Ilha do Fundão, Rio de Janeiro

Realização: http://www.idds.com.br

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:
LABDIS
Laboratório de Design, Inovação e Sustentabilidade

tel: (21) 9515-0817

Add comment 22 22UTC April 22UTC 2009

A importância do design sustentável

Uma pesquisa encomendada pelo grupo francês de comunicação Havas Digital e realizada em nove países, sendo o Brasil um deles, apontou que oito em cada dez consumidores preferem adquirir produtos de empresas que tentam diminuir seu impacto ambiental. No Brasil, 97% dos participantes acreditam que as mudanças climáticas vão afetar diretamente a eles e às suas famílias e que, para resolver o problema, precisarão modificar a forma como vivem. Um total de 91% dos brasileiros preferem comprar de empresas que estão tentando reduzir sua contribuição para o aquecimento global.

Marina Otte, designer de móveis da Butzke, além de arquiteta, designer especializada em decoração sustentável, professora da Univale e mestre em Engenharia Ambiental, conta à reportagem do eMóbile como o público brasileiro tem encarado essa nova realidade e algumas medidas na construção e decoração de casas que podem ajudar o meio ambiente. Além dela, Fábio Souza, diretor executivo do Instituto de Design para Desenvolvimento Sustentável (Idds), também comenta o assunto. O órgão utiliza conceitos e estratégias de design sustentável para oferecer consultoria à empresas, profissionais, órgãos públicos e estudantes que tenham interesse em inseri-lo em seus projetos.

Fonte: Revista Mobile

Add comment 8 08UTC April 08UTC 2009

Energia solar no PAC da Habitação

Depois de muita discussão, o PAC da Habitação será anunciado hoje, mais tarde. Entre as medidas previstas, está acertado que as casas populares terão energia solar térmica em substituição aos chuveiros elétricos.

O ministro Carlos Minc assina às 11hs, no Palácio do Itamaraty, acordo de cooperação entre os ministérios do Meio Ambiente (MMA) e de Minas e Energia (MME) e Caixa Econômica Federal (CEF).

O chuveiro elétrico é responsável por um terço da energia elétrica consumida em uma residência. Cerca de 5% do consumo nacional de energia elétrica é usado no aquecimento de água para banho. Mesmo eficientes do ponto de vista de conversão de energia elétrica em térmica, seu uso não é considerado eficiente sob o ponto de vista da utilização da eletricidade. Assim, um sistema misto elétrico-solar torna possível obter até 80% da energia renovável e usar apenas 20% de energia elétrica.

O objetivo de Minc é instituir um programa para incentivar o uso de aquecimento solar de água, viável em várias regiões do País. A disseminação do programa está prevista no Plano Nacional sobre Mudanças do Clima.

viaBlog Verde – De olho nessa tal de sustentabilidade: posts de Tulio Brandão e Liana Melo – Blog Verde: O Globo.

Add comment 3 03UTC April 03UTC 2009

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