Posts Tagged comunidades criativas
Hora do Planeta – WWF
Sábado, 28 de março, às 20h30 apague as luzes da sua casa por 60min.
O WWF-Brasil participa pela primeira vez da Hora do Planeta, um ato simbólico, que será realizado dia 28 de março, às 20h30, no qual governos, empresas e a população de todo o mundo são convidados a apagar as luzes para demonstrar sua preocupação com o aquecimento global.
O gesto simples de apagar as luzes por sessenta minutos, possível em todos os lugares do planeta, tem como objetivo chamar para uma reflexão sobre a ameaça das mudanças climáticas.
Participe! É simples.
fonte: WWF – http://www.horadoplaneta.org.br/
Add comment 26 26UTC March 26UTC 2009
Comunidades Criativas – Invente a sua!
Greenline Organic Direct – Entrega de produtos organicos direto do produtor
100 Mile Cafe – Uma lanchonete que só serve produtos produzidos num raio de 100 milhas do local.
Living Room Restaurant – Gosta de cozinhar? Por que não abrir um restaurante na sua própria sala de estar e ainda aproveitar para fazer novos amigos?
Socialização:
Clothing Exchange – Troca de roupas
Toy Library - “biblioteca” de brinquedos
Rent a Grandparent - Alugue um avô/ó
Lodge a student at home – Uma rede alia idosos solitários a estudantes que precisam de um quarto para morar durante a faculdade. Cada um se ajuda um pouco e trocam experiências.
Transporte:
Walking bus – Crianças acompanhadas de supervisores vão da casa para a escola a pé, em grupo organizado.
Car sharing - Um serviço que facilita quem quer carona e quem tem carro vazio.
Cycle Association - Um grupo de pessoas certas de que a bicicleta é o melhor meio de transporte nas cidades, formou uma associação que fiscaliza a situação de ciclovias na cidade, bicicletas abandonadas, maus tratos de carros a ciclistas, etc.. e mantém ocupada a adminstração pública da cidade com emails, telefonemas e visitas.
Bike Flea Market – um mercado das pulgas de bicicletas.
Serviços:
Nurseries at home - Creche em casa.
The Ethical Consumer Group – Uma rede que informa a ficha de marcas quanto as suas atititudes sociais e ambientais. Cliente não compra enganado!
Nappie Wash – Lavanderia especializada em fraldas de pano.
Meio-Ambiente:
CERES - Parque com adminstração comunitária, com educação ambiental e cultural
Jardin Nomade (França) – Jardim comunitário.
Habitação:
Group Self Build – Mutirões para construir sua própria casa e a de outros, claro.
Findhorn Ecovillage - Uma das mais conhecidas eco-vilas do mundo! Um luxo!
Mooblikom - re-design de móveis descartados
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Em breve, mais posts sobre Comunidades Criativas.
Add comment 22 22UTC August 22UTC 2008
Saiba exatamente o que fazer com seu lixo
http://www.rotadareciclagem.com.br
Add comment 22 22UTC August 22UTC 2008
Ezio Manzini – especialista em design sustentável
O professor italiano Ezio Manzini é um homem preocupado com o mito de que a reciclagem pode resolver muitos dos problemas do mundo moderno. “Para viver melhor, consuma menos”, ele costuma dizer
Como diretor de pesquisa em design e inovação para sustentabilidade do Instituto Politécnico de Milão, o especialista Ezio Manzini passou duas semanas no Rio dando aulas na Coordenação dos Programas de Pós-Graduação de Engenharia da UFRJ (Coppe).
No início, nós, designers, pensávamos em redesenhar produtos e adaptá-los sob o ponto de vista ambiental. Embora eles tenham ficado mais eficientes, o consumo aumentou. O relógio que uso é melhor do que o do meu pai. Mas ele usou um relógio a vida inteira, enquanto eu não sei quantos já tive. Nem todos os passos do ecodesign são um passo à frente para a sustentabilidade.
2. Como o design pode ajudar a promover o desenvolvimento sustentável?
A noção de design sofreu mudanças. Hoje se busca unir a tecnologia com a cultura em busca de soluções para que o mundo funcione melhor. Se você quiser tornar a ocupação dos carros mais eficiente, isso é um assunto para o design estratégico. Consideramos o sistema e não apenas o produto.
3. Até que ponto a reciclagem de produtos é eficiente para a sustentabilidade?
Claro que temos de reciclar, mas isso tem permitido equívocos. “Não se preocupe, consuma porque temos condições de recuperar e recriar tudo.” Isso é impossível. Meu slogan é: “Para viver melhor, consuma menos”.
4. Que outras mudanças a sustentabilidade pede?
Ela depende de transformações radicais nos padrões não sustentáveis. Por exemplo, melhorar a eficiência dos carros custa caro. Cerca de 90% deles leva apenas um passageiro. Se levar dois, o problema diminui pela metade. É simples, mas também complexo, porque não se muda um hábito com facilidade. Trata-se de uma discussão tão importante quanto falar em hidrogênio como combustível alternativo.
5. A discussão sobre a sustentabilidade está muito atrasada no Brasil?
Não só aqui. Na Itália, onde moro, a mentalidade dominante é a da sociedade de consumo dos anos 60. Como você pode mudar o mundo se seu modelo de referência se tornou tão ultrapassado?
6. Quais os maiores mal-entendidos que se cometem em nome da sustentabilidade?
Algumas pessoas pensam, até com boa vontade, que usar produtos que reduzam o impacto ambiental representa um enorme passo para a sustentabilidade. Quando entendem que a mudança deve ser maior, ter âmbito global, dizem que é radical demais para ser executada imediatamente.
7. E não é verdade?
Isso é mais fácil do que gastar milhões em pesquisas tecnológicas. Por que não ter casas vizinhas com serviços em comum em vez de esperar por uma nova geração de eletrodomésticos que controlará tudo e, no fim, reduzirá o consumo de energia em apenas 2%? Não é fácil fazer mudanças sistêmicas.
8. Quais são os maiores entraves para a adoção de uma política sustentável?
Algumas vezes, falta vontade. Em outras, faltam incentivos. Vou usar o exemplo do carro: quem circulasse com duas ou mais pessoas teria estacionamento gratuito. Há mais um argumento que ouço: viveríamos uma crise econômica, e esse não seria o momento para uma política sustentável. Discordo. É mais fácil mudar na crise do que quando as máquinas estão a pleno vapor.
9. Encontrou bons exemplos de sustentabilidade no Rio?
Sim. A Rede Ecológica (grupos de consumidores que se reúnem para comprar alimentos, geralmente orgânicos, diretamente de pequenos produtores rurais, diminuindo o desperdício) é uma idéia simples, que dá certo e pode ser reproduzida em qualquer lugar do mundo.
10. Como se passa de uma experiência dessas para uma inovação em maior escala?
A maior dificuldade é o número limitado de heróis que temos, pois esses projetos são levados adiante por pessoas enérgicas e criativas, dispostas a mudar o mundo. Ainda assim, essas propostas podem amadurecer no futuro. E tudo fica mais fácil quando não se começa do zero.
Por Patrick Moraes
Revista Veja RJ – 12/09/2007
http://planetasustentavel.abril.uol.com.br/noticia/desenvolvimento/conteudo_250932.shtml
Add comment 16 16UTC June 16UTC 2008
FIO e VASSOURAS feitas com PET – Faça você mesmo!
http://www.youtube.com/watch?v=_hc3KGR0bks
http://www.youtube.com/watch?v=TiJlAEbLpaQ
http://www.youtube.com/watch?v=E_K0gXZTlPU
Add comment 16 16UTC June 16UTC 2008




