Posts Tagged design sustentável
Workshop Play Rethink com Lili de Larratea – UFRJ
Confirmado o Workshop com a designer criadora do jogo Play Rethink, Lili de Larratea, na UFRJ. Será realizado nesta sexta feira, dia 24/04 no prédio da Reitoria no Fundão, Escola de Belas Artes e Design, sala 614. Participação gratuita. Veja as infos para inscrição abaixo. Em São Paulo o evento aconteceu na CASA Museu do Objeto Brasileiro e contou com a presença de 50 participantes, incluindo designers, jornalistas, artistas, arquitetos etc.
Inscrições no Rio de Janeiro: labdis.ufrj@gmail.com
sexta-feira, 24 abril, 9h – 12h
Local: Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ
Av. Pedro Calmon, s/n, Prédio da Reitoria
6o andar, sala 614 – Cidade Universitária
Ilha do Fundão, Rio de Janeiro
Realização: http://www.idds.com.br
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:
LABDIS
Laboratório de Design, Inovação e Sustentabilidade
tel: (21) 9515-0817

Add comment 22 22UTC April 22UTC 2009
Naturaprint – gráfica francesa parte do grupo Mondofragilis ganha sêlo de qualidade

naturaprint is pleased to once again be a part of the region's Imprim'vert operation. It recognises printing facilities whose waste management respects the Rhône-Alpes' regional guidelines.
Organizar uma gráfica ecologicamente correta não é tarefa fácil. É necessário observar estritamente as regras quanto ao uso matérias-primas, produtos de limpeza, disposição de resíduos e consumo de energia. Se, somando-se a isso, você quiser ser conhecido por respeitar os critérios de desenvolvimento sustentável e direitos humanos, a estrada é ainda mais longa.
Mesmo os clientes que estão preparados para utilizar papéis e tintas ecologicamente corretos esperam documentos com uma ótima impressão. O casamento dos dois levou algum tempo para ser feito. Os clientes, assumidamente, nem sempre são assíduos no uso de papéis reciclados ou mesmo FSC ou PEFC. Mas, com o tempo, e permitindo o período de transição, descobrimos que a maioria de nossos clientes está finalmente aberta à tentativa. E, felizmente, para nós, todos acabam mudando para papéis ecológicos.
Os serviços da naturaprint incluem:
- Papéis ecologicamente corretos
- A maior variedade de papéis reciclados
- O uso de papéis certificados FSC – Forest Stewardship Council explicar a importância
- O uso de papéis certificados PEFC – Programme for the Endorsement of Forest Certification
- Tintas vegetais que superam as tintas à base de petróleo
- Laminação em máquinas sem solventes
- A garantia do uso, em nossas instalações, de práticas verdes certificadas, incluindo os mais altos padrões de reciclagem
- Uma filosofia de trabalho que é socialmente responsável, incluindo o equilíbrio de gênero e condições satisfatórias de trabalho
Instalações
O showroom está localizado em Alby-sur-Chéran, a 50 quilômetros de Genebra, no coração de Haute–Savoie, na França. O local opera em conformidade total com as certificações verdes, incluindo a francesa ‘Imprim’ vert’, emitida pela Câmera de Comércio da França.
Papéis e tintas
A naturaprint é comprometida com o uso dos papéis e tintas que mais respeitam o meio ambiente. Oferecem papéis nas seguintes condições:
1. Estoque altamente reciclado após o uso;
2. Estoques FSC e PEFC provenientes de reflorestamentos ou excedentes de produção;
3. Tipos de papéis que não estão disponíveis no mercado como papéis reciclados e de reflorestamento;
A Naturaprint é comprometida com o uso de tintas biodegradáveis e de origem vegetal, tais como a colza. Não utilizam tintas à base de petróleo.
Alguns detalhes :
- Qualquer produto que puder ser reciclado, será.
- Não utilizam toalhas de papel descartáveis.
- Reciclam tintas.
- Reciclam embalagens vazias de tintas.
- Reciclam placas de impressão.
- Controlam consumo de energia elétrica.
- Realizam detalhado acompanhamento do sistema de trabalho de fornecedores para assegurar que eles também sigam estritos procedimentos.
- Produtos verdes
- Tintas são 100% à base de vegetais. Não usam tintas à base de petróleo.
- Máquinas são limpas com produtos v60, menos poluentes que os VM111.
- Utilizam cola líquida ao invés de cola spray.
Próximos avanços:
- Uso de materiais de embalagem recicláveis (incluindo papéis de embalar)
- Uso de materiais e produtos de comércio justo
Trabalho adequado:
A equipe é a força. Sabem que, se não estiver comprometida com altos padrões de excelência, não há como produzir resultados de alta qualidade.
A naturaprint paga à sua equipe salários justos e benefícios extras, como plano de saúde. Tem como objetivo construir um ambiente de trabalho prazeroso.
fonte: http://pt.mondofragilis.net/Empresas/naturaprint
Conheça todo o potencial do grupo Mondofragilis
Add comment 18 18UTC March 18UTC 2009
“EU QUE FIZ” – o design na essência – COSAC NAIFY
Autora do indispensável “Pensar com tipos”, lançado no ano passado pela editora Cosac Naify, para o público adulto, Ellen Lupton apresenta, em parceria com sua irmã, Julia, o livro “Eu que fiz”, que põe em prática a essência do design.
São 102 atividades, ilustradas e explicadas passo a passo, feitas por crianças para ajudar pedagogos a pensar propostas sustentáveis que incluam a pratica da reciclagem. O livro incentiva, na contramão do consumismo, a criação de objetos de maneira artística, utilizando materiais presentes no nosso dia-a-dia. Uma caixa de cereal, por exemplo, pode se transformar na maquete de uma cidade.
Dividido em quatro grandes áreas (grafismos, brinquedos, casa e moda), o livro ensina o bê-a-bá do design – linhas, grid, formas – em projetos que utilizam desde um saquinho de catchup à confecção de padronagens com a ajuda de computador. O jovem leitor é incentivado desde a capa a adotar uma atitude “eu que fiz”: a orelha com picote pode ser destacada e as letras recortadas para cada um montar a sua capa personalizada (veja capa neste site).
Para ser realizado por pais e crianças, pedagogos e alunos, o livro é uma divertida forma de apresentar uma das profissões mais valorizadas da modernidade. Na quarta capa, o também designer Kiko Farkas relembra: “No tempo dos nossos avós, quase tudo era feito em casa. (…) Hoje, compramos com maior variedade e sofisticação. Mas talvez as novas gerações tenham esquecido o prazer de criar as próprias coisas. É fácil projetar um objeto e depois construí-lo. As pessoas que fazem isso são os designers. Com eles aprendemos a reinventar o mundo”.
Em entrevista, no site da Cosac Naify, a autora Julia Lupton responde:
Os exercícios propostos sugerem o uso de materiais diversos, que muitas vezes seriam jogados fora. O que há de surpreendente na relação entre o design e o que é considerado sem função, ao ponto de dar-lhe nova vida?
Crianças não fazem distinção entre arte e design. Para elas, tudo está relacionado com a diversão de criar. Nosso livro enfatiza o uso de materiais baratos ou descartáveis porque as crianças são capazes de transformá-las em muitas outras coisas. Ao mesmo tempo, em nossa sociedade não há lugar suficiente para guardar esses materiais e por isso eles iriam acabar no lixo de qualquer forma.
Saiba mais: http://www.cosacnaify.com.br/noticias/extra/euquefiz/home2.html
2 comments 10 10UTC March 10UTC 2009
Curso Design Socio-ambiental no idds
Conceitos e laboratório de criação orientação de projetos com responsabilidade sócio-ambiental. Atuais ferramentas para novos cenários, novos valores e novos produtos.
Tutor: Christian Ullman
Introdução
Analisar os aspectos ambientais, sociais e econômicos que envolvem um produto, seu sistema produtivo e comercial são características do design com responsabilidade socioambiental. Ao projetar um produto, o designer pode prever o impacto de sua atuação ao meio ambiente, criar alternativas racionais de uso dos recursos naturais e colaborar com a inclusão social utilizando mão de obra de comunidades carentes.
O laboratório aborda o design artesanal é propõe discutir e incorporar o saber tradicional ao projeto de produtos contemporâneos utilizando técnicas, materiais, mão de obra e repertório iconográfico artesanal direcionado para uma produção artesanal e semi-industrial para o publico contemporâneo.
Temas Tratados
∗ Design de produtos com responsabilidade socioambiental: ecodesign, greendesign, design e artesanato, multiuso, padrões internacionais e critérios socioambientais
∗ Recursos naturais: origem, extração e certificação
∗ Matéria-prima: natural, renovável e biodegradável
∗ Processos de transformação: baixo impacto ambiental e alto impacto social
∗ Produção: micro e pequenas empresas, produção artesanal, produção comunitária, geração de renda e empresas com responsabilidade socioambiental
∗ ACV – análise de ciclo de vida de um produto qualitativo aplicado ao projeto.
∗ Comercialização: responsabilidade coorporativa, consumo responsável, consumidor verde e fair trade – comércio ético e solidário
∗ Materiais sustentáveis e tipologias
∗ Processos de transformação
∗ Comunidades/produção comunitária: urbana, rural e projeto de desenvolvimento
∗ Mercado, experiências nacionais, internacionais e projeto de desenvolvimento
∗ Artesanato: artesanato tradicional, valorização do saber artesanal, design como ponte entre o produto artesanal e o mercado, ética e tendências
∗ Concepção e desenvolvimento de projeto.
Público-alvo: Designers, empresários, estudantes, produtores e instrutores do setor artesanal e mercado de produtos contemporâneos.
Objetivo: Especializar e atualizar os conhecimentos dos profissionais, professores e alunos para atuarem no mercado local.
Metodologia: Estimular a proposição de novos conceitos: formais, funcionais, comportamentais e novos cenários baseados em referências culturais locais, em técnicas artesanais, utilizando tecnologia de ponta e uso de materiais locais (madeira, painéis de madeira, revestimentos naturais, acessórios e ferragens, processos de transformação e acabamentos).
Integrar conhecimentos projetais e de produção, estimulando a reflexão e a compreensão da avaliação do ciclo de vida dos produtos, produção efetiva e sintonizada com a realidade do mercado local.
Incorporação de tecnologia – conhecimento tradicional, estimulando o desenvolvimento de trabalhos interdisciplinares e ou grupais.
Carga horária: 12 horas
Data de Início: 17/03/2009
Término: 19/03/2009
Horário das aulas: 19.00h às 23.00h
Mais informações: info@idds.com.br
Add comment 16 16UTC February 16UTC 2009
Curso: Vestir Consciente – Sao Paulo, de 24 a 26 nov
1 comment 23 23UTC November 23UTC 2008
Comunidades Criativas – Invente a sua!
Greenline Organic Direct – Entrega de produtos organicos direto do produtor
100 Mile Cafe – Uma lanchonete que só serve produtos produzidos num raio de 100 milhas do local.
Living Room Restaurant – Gosta de cozinhar? Por que não abrir um restaurante na sua própria sala de estar e ainda aproveitar para fazer novos amigos?
Socialização:
Clothing Exchange – Troca de roupas
Toy Library - “biblioteca” de brinquedos
Rent a Grandparent - Alugue um avô/ó
Lodge a student at home – Uma rede alia idosos solitários a estudantes que precisam de um quarto para morar durante a faculdade. Cada um se ajuda um pouco e trocam experiências.
Transporte:
Walking bus – Crianças acompanhadas de supervisores vão da casa para a escola a pé, em grupo organizado.
Car sharing - Um serviço que facilita quem quer carona e quem tem carro vazio.
Cycle Association - Um grupo de pessoas certas de que a bicicleta é o melhor meio de transporte nas cidades, formou uma associação que fiscaliza a situação de ciclovias na cidade, bicicletas abandonadas, maus tratos de carros a ciclistas, etc.. e mantém ocupada a adminstração pública da cidade com emails, telefonemas e visitas.
Bike Flea Market – um mercado das pulgas de bicicletas.
Serviços:
Nurseries at home - Creche em casa.
The Ethical Consumer Group – Uma rede que informa a ficha de marcas quanto as suas atititudes sociais e ambientais. Cliente não compra enganado!
Nappie Wash – Lavanderia especializada em fraldas de pano.
Meio-Ambiente:
CERES - Parque com adminstração comunitária, com educação ambiental e cultural
Jardin Nomade (França) – Jardim comunitário.
Habitação:
Group Self Build – Mutirões para construir sua própria casa e a de outros, claro.
Findhorn Ecovillage - Uma das mais conhecidas eco-vilas do mundo! Um luxo!
Mooblikom - re-design de móveis descartados
—
Em breve, mais posts sobre Comunidades Criativas.
Add comment 22 22UTC August 22UTC 2008
Ezio Manzini – especialista em design sustentável
O professor italiano Ezio Manzini é um homem preocupado com o mito de que a reciclagem pode resolver muitos dos problemas do mundo moderno. “Para viver melhor, consuma menos”, ele costuma dizer
Como diretor de pesquisa em design e inovação para sustentabilidade do Instituto Politécnico de Milão, o especialista Ezio Manzini passou duas semanas no Rio dando aulas na Coordenação dos Programas de Pós-Graduação de Engenharia da UFRJ (Coppe).
No início, nós, designers, pensávamos em redesenhar produtos e adaptá-los sob o ponto de vista ambiental. Embora eles tenham ficado mais eficientes, o consumo aumentou. O relógio que uso é melhor do que o do meu pai. Mas ele usou um relógio a vida inteira, enquanto eu não sei quantos já tive. Nem todos os passos do ecodesign são um passo à frente para a sustentabilidade.
2. Como o design pode ajudar a promover o desenvolvimento sustentável?
A noção de design sofreu mudanças. Hoje se busca unir a tecnologia com a cultura em busca de soluções para que o mundo funcione melhor. Se você quiser tornar a ocupação dos carros mais eficiente, isso é um assunto para o design estratégico. Consideramos o sistema e não apenas o produto.
3. Até que ponto a reciclagem de produtos é eficiente para a sustentabilidade?
Claro que temos de reciclar, mas isso tem permitido equívocos. “Não se preocupe, consuma porque temos condições de recuperar e recriar tudo.” Isso é impossível. Meu slogan é: “Para viver melhor, consuma menos”.
4. Que outras mudanças a sustentabilidade pede?
Ela depende de transformações radicais nos padrões não sustentáveis. Por exemplo, melhorar a eficiência dos carros custa caro. Cerca de 90% deles leva apenas um passageiro. Se levar dois, o problema diminui pela metade. É simples, mas também complexo, porque não se muda um hábito com facilidade. Trata-se de uma discussão tão importante quanto falar em hidrogênio como combustível alternativo.
5. A discussão sobre a sustentabilidade está muito atrasada no Brasil?
Não só aqui. Na Itália, onde moro, a mentalidade dominante é a da sociedade de consumo dos anos 60. Como você pode mudar o mundo se seu modelo de referência se tornou tão ultrapassado?
6. Quais os maiores mal-entendidos que se cometem em nome da sustentabilidade?
Algumas pessoas pensam, até com boa vontade, que usar produtos que reduzam o impacto ambiental representa um enorme passo para a sustentabilidade. Quando entendem que a mudança deve ser maior, ter âmbito global, dizem que é radical demais para ser executada imediatamente.
7. E não é verdade?
Isso é mais fácil do que gastar milhões em pesquisas tecnológicas. Por que não ter casas vizinhas com serviços em comum em vez de esperar por uma nova geração de eletrodomésticos que controlará tudo e, no fim, reduzirá o consumo de energia em apenas 2%? Não é fácil fazer mudanças sistêmicas.
8. Quais são os maiores entraves para a adoção de uma política sustentável?
Algumas vezes, falta vontade. Em outras, faltam incentivos. Vou usar o exemplo do carro: quem circulasse com duas ou mais pessoas teria estacionamento gratuito. Há mais um argumento que ouço: viveríamos uma crise econômica, e esse não seria o momento para uma política sustentável. Discordo. É mais fácil mudar na crise do que quando as máquinas estão a pleno vapor.
9. Encontrou bons exemplos de sustentabilidade no Rio?
Sim. A Rede Ecológica (grupos de consumidores que se reúnem para comprar alimentos, geralmente orgânicos, diretamente de pequenos produtores rurais, diminuindo o desperdício) é uma idéia simples, que dá certo e pode ser reproduzida em qualquer lugar do mundo.
10. Como se passa de uma experiência dessas para uma inovação em maior escala?
A maior dificuldade é o número limitado de heróis que temos, pois esses projetos são levados adiante por pessoas enérgicas e criativas, dispostas a mudar o mundo. Ainda assim, essas propostas podem amadurecer no futuro. E tudo fica mais fácil quando não se começa do zero.
Por Patrick Moraes
Revista Veja RJ – 12/09/2007
http://planetasustentavel.abril.uol.com.br/noticia/desenvolvimento/conteudo_250932.shtml
Add comment 16 16UTC June 16UTC 2008
FIO e VASSOURAS feitas com PET – Faça você mesmo!
http://www.youtube.com/watch?v=_hc3KGR0bks
http://www.youtube.com/watch?v=TiJlAEbLpaQ
http://www.youtube.com/watch?v=E_K0gXZTlPU
Add comment 16 16UTC June 16UTC 2008
Mostra sobre materiais sustentáveis no Jardim Botanico – RJ
Está aberta à visitação desde o dia 14 de abril a exposição “Materiais
sustentáveis”, no Espaço Tom Jobim, no Jardim Botãnico. Entre as
empresas participantes, que apresentam trabalhos desenvolvidos
por artistas e comunidades brasileiras a partir de materiais naturais
e reciclados, está a Fibra Design Sustentável, pré-incubada na
Incubadora de Design da Esdi. A mostra pretende conscientizar o
público sobre preservação ambiental, produtos sustentáveis e consumo
consciente. O projeto gráfico do evento foi realizado pela aluna do
3º ano da Esdi Clarice Goulart. A exposição, que acontece na antiga
marcenaria do Jardim Botânico, ficará aberta até o dia 18 de maio,
de terça-feira a domingo, das 10h00 às 17h00. O Espaço Tom Jobim
fica na Rua Jardim Botânico, 1008, casa 6 (Jardim Botânico). Mais
informações podem ser obtidas pelo e-mail amigosjb@terra.com.br,
pelo telefone (21) 2247-0180, ou no site da Associação de Amigos
do Jardim Botânico: www.amigosjb.org.br.
Add comment 28 28UTC April 28UTC 2008







